BPMN: o que é, como funciona e como aplicar na modelagem de processos
Entenda o que é BPMN, como funciona e por que essa notação de modelagem é essencial para padronizar e otimizar processos de negócios.
O BPM (Business Process Management), ou Gestão de Processos de Negócios é uma disciplina vital para empresas que buscam entender, padronizar e melhorar suas operações.
Com processos bem definidos e visualmente organizados, torna-se mais fácil identificar gargalos, otimizar fluxos e promover integração entre áreas.
Nesse contexto, o BPMN (Business Process Model and Notation) — ou Notação de Modelagem de Processos de Negócio — surge como uma linguagem visual padronizada que representa, de forma sequencial e gráfica, as etapas que compõem um fluxo de trabalho dentro da empresa.
Em outras palavras, o BPMN funciona como um “fluxograma avançado” com símbolos claros e bem definidos que permite transformar operações em diagramas para serem facilmente compreendidos por analistas, gestores, técnicos e stakeholders de negócio.

Essa uniformidade, que dá visibilidade aos fluxos e áreas, é o grande diferencial do BPMN: padronizar internacionalmente e facilitar a compatibilidade entre equipes e sistemas.
Agora que entendemos o que é o BPMN, vamos ver como essa notação funciona na prática.
Em geral, um processo modelado com BPMN é organizado em camadas, onde se define o cenário inicial, as atividades envolvidas e os caminhos possíveis:
Essa abordagem iterativa é o que torna o BPMN um aliado poderoso: mais do que documentos estáticos, os modelos refletem evolução e adaptação constantes.
Mas se você já leu outros artigos da Arquivar, deve ter notado uma similaridade com outro termo muito parecido, o BPM. Então, vamos a ele:
Embora as siglas pareçam muito próximas, BPM (Business Process Management) e BPMN têm propósitos diferentes, mas complementares. O BPM é uma abordagem estratégica para tornar os processos internos da sua empresa mais organizados, eficazes e transparentes.
Já o BPMN é a linguagem visual usada tipicamente durante a fase de modelagem dentro do ciclo BPM. Ele serve como meio de comunicação, documentação e “ponte” entre analistas, gestores e sistemas.
Muitas vezes, o fluxograma é usado de forma genérica para representar processos simples. No entanto:
Enquanto o fluxograma pode servir bem para processos simples e explicações rápidas, o BPMN se destaca ao modelar processos mais complexos e integrados com sistemas, já que sua padronização garante clareza e entendimento.
No entanto, para utilizar o BPMN, alguns elementos são essenciais:
1. Objetos de fluxo
2. Objetos de conexão
3. Piscinas e raias (swimlanes)
4. Artefatos

Adotar o BPMN traz uma série de vantagens para a empresa, entre elas:
Além disso, modelar processos com BPMN é o primeiro passo para transformar otimizações em resultados tangíveis — seja em economia de tempo, redução de erros ou melhor experiência interna.
Dessa forma, nota-se que o BPMN é mais do que um conjunto de símbolos: é uma linguagem universal que permite documentar, comunicar e evoluir processos organizacionais de forma estruturada e transparente. Usá-lo com critério e participação coletiva é essencial para transformar teoria em prática.
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